30 de abril de 2009

Jaki Barbosa: Estilo de contos

Bem o Paulo, leitor fiel do Breguetes começou a me indagar o porquêe de todo o fim dos meus contos são infelizes. Eu ri. Eu devo ser mesmo perturbada das idéias, porque todo final, é trágico, o mocinho nunca fica com a mocinha.
No último Amores Platônico que escrevi, o IV, eu falei sobre um assunto que muitos condenam, que é quenado alguém se apaixona pelo(a) namorado(a) de algum amigo(a). Eu sei que muita gente condena isso, e fala pelos cotovelos: “Há... isso é um absurdo? Como ela pode fazer isso com a melhor amiga??? Se é que é amiga!” e ainda tem as piadinha... “Amiga??? da onça!”.
Mas acredito que ninguém é apto a julgar uma determinada circunstância, se nunca passou por aquela mesma situação.
Então eu decidi. A partir de hoje, eu vou começar além de escrever meus contos, eu também vou posteriormente escrever uma defesa de meus personagens!
Primeiro, uma coisa bem nítida:
1- Todo conto meu, tem alguma coisa minha. Pode ser um nome, uma característica de um personagem, seja ele homem ou mulher, pode ser um fato... qqr coisa
2- Todos meus contos começam com uma fato que está acontecendo, e o meio se resume nos pensamentos, lembranças ou narrativas do próprio autor ( no caso, eu) de coisas que aconteceram antes daquele fato
3- Nem precisa reclamar. Todo conto vai ter um final infeliz. Isso é fato! Odeio final Feliz, pois pra mim isso só existe em novelas.
4- Por falar em novelas, todos meus personagens têm defeitos. Como na vida real. Eu gosto de dar vida a eles. Tanto que as vezes penso em Nina, do conto IV como uma pessoa que passou pela minha vida, e me deixou a cargo de contar sua história. Gente, não existe uma pessoa nessa vida que nunca sentiu atração por outra pessoa estando esta comprometida, Não existe uma pessoa nessa vida que já amou ou sentiu atração por quem não devia, isso inclui amigos e namorado de amigos; Não existe uma pessoa que nunca traiu ou pensou em trair.
Ninguém é perfeito.

No Gtalk eu escrevi p Paulo:
Jaki: eu gosto não so de escrever, mas de dar vida aos personagens, como se fossem reais, com seus defeitos (tds tem defeitos) nada de protagonista de novela, que a mocinha é boazinha, não trai, naum faz nada de mal, e se horroriza c qqr coisa que a sociedade tb se horrorize
eles tb tem defeitos, e dai eles magoam, traem, fecham os olhos fingindo não saber da situação... não existe pessoa q não tem defeitos, que nunca magoou alguem, que nunca se insinuou, q nunca deu uma de adultera

5- Não sei porquê, (apesar de isso não ser regra), mas ultimamente observei que tdas personagens se chamam Marina, apelidadas por Nina.

Amores Platônicos IV


Se perdera no olhar dele. Olhos vibrantes e cheios de vida. Podia se ver através do reflexo. Fitava seu corpo tão sensual e envolvente. Seu jeito misterioso e ao mesmo tempo convidativo. Um sorriso malicioso no canto dos lábios, que outrora havera tocado seu corpo...
_Nina!
Acordou. De repente aquela voz grossa e macia cortou o silêncio que havia permanecido ali durante alguns segundos. Ele agora procurava seu olhar enquanto ela buscava palavras para responder. Mas não encontrava. Nina apenas sentia de novo aquele arrepio que sentia todas as vezes que estava perto dele. Ou mesmo todas as vezes que pensava nele. Era uma corrente elétrica que percorria por cada extremidade do seu corpo, uma corrente elétrica que a deixava estremecida, inquieta e ansiosa! Nina sentia a adrenalina de novo, aquele gostinho de proibido, pois por mais que quisesse se abrir com alguém sobre aquele sentimento, ela não podia. Era um sentimento que fazia com que ela mentisse, que fazia com que Nina fosse contra tudo e todos, contra os próprios princípios, só pra ter aquele corpo junto ao seu.
_Esquece! Esquece tudo lá fora, esquece o tempo, esquece o mundo! Fica comigo!- Ele insistiu novamente enquanto observava os olhos preocupados de Nina.
Era o que ela mais queria. Esquecer que existiam pessoas lá fora, esquecer que existia hora pra ela estar em casa, esquecer daquele sentimento de culpa, por ter mentido para seus pais dizendo que ia a uma boate com amigos, enquanto agora ela estava deitada na cama dele.
Não sabe ao certo como deixou situação chegar àquele ponto. Não conseguia se lembrar ao certo quando surgiu aquele sentimento, aquela paixão avassaladora que ela mesma comparava a um vício.
Para ela, ele era um vício, onde o dependente é capaz de quebrar todas as barreiras impostas pela sociedade. É capaz de mentir, de magoar as pessoas que ele mais ama, só pra ter sua droga, mesmo que apenas por só algum tempo. E quando o dependente conseguisse, ao mesmo tempo ele sabia que não podia se entregar totalmente à ela, pois no fundo ele sabe que se ele se entregar, será o seu fim, o fim dessa relação de amor e paixão.
Era assim com ela. Fazia tudo para ter aqueles lábios mordendo e beijando os seus e quando tinha, ela se segurava e trancava seus desejos resistindo a tentação, porque também no fundo ela sabia que se ela se entregasse, ia ser o fim, e quem sabe a última vez.
Ele ainda esperava a resposta dela, enquanto acariciava seu corpo. Roçava seus dedos no seu colo e pescoço descendo suavemente até a abertura da blusa. Bastou que desabotoasse um botão, para descobrir a renda preta do sutiã. Acariciava seus seio por cima da renda, tornando esse movimento mais agressivo a medida que ouvia gemidos breves e sussurrados de Nina. Sua pele branca e rosada arrepiava ao sentir os lábios molhados dele beijando seu pescoço.
Não não podia ficar com aquele homem a quem a melhor amiga amava.
Novamente, a moça viajou em seus pensamentos vendo aquela cena a um palmo de distância de seus olhos. Primeiro ela conheceu Ricardo e logo se apaixonou por seu jeito misterioso. Depois teve a revelação da amiga que o ex-namorado, que ela tanto amava e que até então morava em outra cidade – daí o motivo de nina não conhecê-lo- havia se mudado pra lá, e pior, era o novo fotógrafo ajudante de Nina na Agência de publicidade onde ela trabalhava. O mesmo rapaz que ela se apaixonara.
Tentara guardar aquilo dentro dela mas não conseguia. Então contou toda a história a amiga. Menos a parte que ela estava apaixonada.
Agora Nina tinha à frente dos olhos, outra cena: todos os amigos da faculdade apontando, julgando, cochichando a respeito da sua atitude.
_Não! Gritou Nina se levantando da cama.
A moça saiu do quarto deixando Ricardo perplexo sem entender o que acontecia, enquanto ele olhava Nina pegar as chaves do carro, abrir a porta e sair atordoada.
Nina não podia ficar com Ricardo. E ela dirigiu afogada em lágrimas tentando esquecer seu Amor Platônico.

Opinem a respeito! O que fazer nessa situação? Vcs acham que Nina fez certo em não ficar com Ricardo? Ou ela se precipitou, já que ela já mantinha um relacionamento com ale antes dessa narrativa?

28 de abril de 2009

Vestidos de miss


Confira a galeria que eu fiz!!!!

Para ver a imagem maior, basta clicar em cima da imagem!!!

24 de abril de 2009

Vestido para formatura

Genteeeeeeeeeeeeeeee eu achei uns lindos no Miss USA!!!
Afinal, vcs saben, né? ano que vem e a minha, e eu ja fico procurando um modelito p copiar!!!
Quer melhor que a copia do vestido de uma miss???
Esse é o vestido da Miss Tennenssee USA...
 
E ae??? q vocês acham??? ia ficar bom em mim????
Depois vou fazer uma galeria dos que mais gostei p postar aqui!!!!

23 de abril de 2009

Preconceito

Susan Boyle, escocesa, nunca foi beijada, mora com o gato Plebbe, conhecida por mais de 100 milhões de pessoas que assistiram seu vídeo na web, 19200000 resultados no Google.

Preconceito. A própria palavra já diz, são conceitos prévios de alguém ou alguma coisa. É julgar antes mesmo de conhecer, de saber, de entender.
Essa semana um vídeo bombou na internet, foi visto por mais de 100000000 (cem milhões de vezes) no youtube, e não há quem não comente com desprezo o primeiro minuto do vídeo no qual uma candidata do Britain’s Got Talent, se apresenta diante de um juri.
Isso mesmo, estou falando de Susan Boyle, aquela gordinha desajeitada, feia, e que não deve ainda conhecer a chapinha. Ele arranca risos de desprezos ao dizer "Nunca fui beijada" ou "Moro com meu gato Plebbe" ou ainda quando apenas dança um rebolado esquisito. Simon, um dos integrantes do júri (e o mais sarcástico) respira fundo, não escondendo seu desprezo pela candidata esajeitada e humilde (pobre).
Plebéia diante da imenssa "nobreza" que assiste Susan. Mas ela, como na música que canta (trilha de Os Miseráveis), tem um sonho, que não vai deixar a vida destruir. E ainda aontes da apresentação promete: "Eu quero fazer aquela platéia Tremer!'

Se vc já viu o vídeo, veja denovo, pq vale a pena ouvir essa voz, que surpreendeu e emocionou a todos, quebrou preconceitos e intolerâncias.

Não se esqueça de deixar seus sentimentos, emoções e sensações!...

Comente!

http://www.youtube.com/watch?v=xRbYtxHayXo

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22 de abril de 2009

Só pra pensar um pouco...

Não costumo colocar coisas da net aki no Breguetes.. mas essse são mto legais!!!!
Do blog Recebi por email !!!

O negociador
PAI - escolhi uma ótima moça para você casar.
FILHO - Mas, pai, eu prefiro escolher a minha mulher.
PAI - Meu filho, ela é filha do Bill Gates…
FILHO - Bem, neste caso, eu aceito.
Então, o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.
PAI - Bill, eu tenho o marido para a sua filha!
BILL GATES - Mas a minha filha é muito jovem para casar!
PAI - Mas este jovem é vice-presidente do Banco Mundial…
BILL GATES - Neste caso, tudo bem.
Finalmente, o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.
PAI - Senhor Presidente, eu tenho um jovem recomendado para ser
vice-presidente do Banco Mundial.
PRES. BANCO MUNDIAL - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, mais do
que o necessário.
PAI - Mas, senhor, este jovem é genro do Bill Gates.
PRES. BANCO MUNDIAL - Neste caso ele pode começar amanhã mesmo!
Moral da história: Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia.
‘Se um dia disserem que seu trabalho não é o de um profissional,
lembre-se: A Arca de Noé foi construída por amadores; profissionais
construíram o Titanic… ‘

O idiota da moeda
Conta-se que, numa cidade do interior, um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: Uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos .
- Eu sei, respondeu o tolo. ‘Ela vale cinco vezes menos, mas, no dia em que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda’ .

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa, não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam…… é problema deles.

20 de abril de 2009

São Paulo 0 x 2 Corínthians

São Paulo 0 x 2 Corínthians...

Ha! Também agente nem queria mesmo ser campeão do Paulistão...

Sabe agente tah mesmo pensando é na Libertadores...

(Aí que dor no cotovelo...)

16 de abril de 2009

Caramujo Africano: eles vão dominar o mundo

Acordei assustada! Olhei pelas paredes procurando aquele bichinho repugnante! Não tinha nada! Era apenas um sonho! Levantei-me para ir ao banheiro, e quando fui lavar minhas mãos me veio a cabeça:
Moro num prédio com 16 apartamentos. Sabe Deus quando foi construído esse prédio. Sabe Deus mais ainda, quando foi lavada essa caixa d' água. Com esse mundarel de chuva, lá em cima deve estar cheio de caracóis africanos, como o resto da cidade.
Parei. E fiquei vendo a um palmo de distância aquela cena. Um lugar escuro, cheio de infiltrações, a caixa d'água meio aberta, e aquele tanto de caracol africano... hr!

Arrepiei.
Fui me deitar e lembrei de quando eu morava em Ituiutaba (que tem mais caracol africano que aqui em Uberaba), e que quando eu via um, eu atravessava a rua gritava e saia correndo.
_Com coisa que o bichinho vai sair correndo atrás de vc, Jaki! Dizia uma amiga.
Tentei dormir, e aí lembrei de outro fato: havia lido no jornal, que além dessas pragas serem hemafrodita (tem os dois sexos, assim não precisam de outro bicho para se reproduzir), eles ainda botam cerca de 400 ovos por ano! Imagina só??? e aí vem o pior: Não há predador natural pra essa coisa... Nem as cobras gostam...
E pensar que trouxeram essa praga da África para substituir o caracol que faz o escargot (juro que nunca vou comer isso... imagina, vc com um garfinho de dois dentes tentando tirar uma coisa babenta de dentro da concha desse bicho???). Aí não teve aceitação do público, e os idiotas dos criadores abriram os tanques e soltaram a peste babenta... HR!
Sinceramente, não conseguia dormir. Olhava para um lado e para o outro. Me lembrava a toda hora do sonho, meu quarto cheio de Caracolis babentus... HR! e eu caçando eles, e pegando um por um (com uma luva, claro) e colocando dentro de um saquinho... HR! e depois eu gritava bem alto de raiva e eles morriam. Ai eu descobria que eles eram sensíveis ao som. E depois contava para meu pai, e ainda falava que ia ser uma boa, para extinguir de vez esses bichinhos.

Abri os olhos, olhei em volta, e vi, que eu estava no segundo andar, num prédio com um monte de outros prédio ao redor, e talvés não poderia ter caracóis ali. Talvés. Na dúvida, eu me levantei, afastei a cama da parede, e tirei uma parte do edredom que arrastava no chão.

400 ovos... por caracol...
Realmente, a probabilidade deles dominarem o mundo é mesmo muito grande!


6 de abril de 2009

Emoção


Estava feliz. Feliz e ansiosa só pela sensação de que daqui a exatas 55 horas ela estará perto das pessoas que a amam. Arrepiava, e emocionava. Uma corrente de energia passava pelas suas veias, a deixando inquieta, e pensativa. Não conseguia raciocinar, não conseguia pensar em nada, não conseguia esconder sua ânsia e seu sorriso que ia até a nuca, seus olhos cansados brilhavam. Queria gritar, queria dançar, queria sair andando, sorrindo e comemorando. Seus olhos se enchiam de lágrimas, mas ela tentava conté-las.
Finalmente, finalmente agora a voz daquelas pessoas serão audíveis não mais pelo telefone. Poderá tocá-las. Abraçá-las.

Cinco minutos atrás, e o que lhe tomava era o sentimento de medo, medo da resposta daquele homem. Mas ela tinha que fazer, tinha, não podia mais adiar. Se levantou e caminhou, cada passo como um batuque de um tambor na sua cabeça. Abriu a porta, e antes que pusesse o primeiro pé no corredor, ela parou. Se virou, e não saiu daquele lugar. Ficou olhando fixamente para o nada, para seus pensamentos...
Será que eu peço? ou eu saio as escondidas? Não seria melhor eu esperar mais um pouco? como eu falo pra ele? Balançou a cabeça, como se aquele ato fizesse com que todos as suas dúvidas lhe fugissem. Respirou fundo, e caminhou, passo-a-passo aquele interminável corredor até a última porta a direita. Bateu. Uma voz grossa que pra ela naquela hora parecia medonha soou. "Entre!"
Durante os milésimos de segundos que se passaram depois do entre e até o "Eu posso falar com vc?", milhares de dúvidas foram lhe tomando o pensamento.
"Será, que ele está nervoso com alguma coisa? será que ele esta estressado? Como será que foi o dia dele? Estaria passando por algum problema pessoal? Ou aqui mesmo? Aqui eu sei que está, mas e se isso afetar na resposta que ele vai me dar? E se ele falar: O tanto de problema que estamos passando e vc preocupada com isso? E se ele estiver mto estressado, e falar que no momento não poderia, mas eu que sei??? Eu odeio quando as pessoas falam: Você que sabe...; Vc que escolhe; A escolha é sua; Vc sabe das consequências..."
"Sim, pois não!" Mais uma vez a voz ecoava pela imensa sala, que nessa hora parecia mais imensa ainda, e gelada pelo ar condicionado ligado nos 16ºC.
Começou a falar, e sentia a respiração daquele homem, que agora parecia ter ritmos mais frequentes que antes. Começou.
" A muito tempo que não vejo..., bem, é q vc sabe que eu não sou daqui, e a passagem é mto cara.. é difícil, são 4h30 de viagem, e eu queria.., he... é que meu serviço está em dia... bem, acho que está adiantado.."
Mas não conseguia sair do lugar. Se sentiu como se fosse uma adolescente de 15 anos pedindo o pai pra ir numa festa que só vai começar às 2 horas da manhã, e que quer ir sozinha com os amigos, pq a festa é em outra cidade.
Nessa hora, ela notava que ele já sabia do que se tratava. Ele tirou os óculos e se inclinou para frente, como se estivesse compreendendo o caso. Ou seria como se estivesse pronto a dizer "Pois é, mas agora ninguém poderá se ausentar..." Poxa vida, mas era apenas um dia... um diazinho que iria faltar.. tantos outros que ela já faltara, mas todos por motivos de doença (naqueles casos que ela está quase sendo internada, pq geralmente não era uma dorzinha de dente ou de cólica que impedia ela de ir cumprir com suas obrigações).
"E é isso, eu tenho que me ausentar na quinta."Terminou. finalmente conseguiu terminar de falar.
Ele olhou, bem nos olhos dela, respirou fundo. "Olha... se vc depois repor essas horas faltas e conseguir manter td em dia..."
Nos seus lábios surgiu um sorriso! queria sair correndo e abraçar o mundo! Agora o que tomava seus pensamentos não era mais o medo de pedir dispensa da quinta feira santa ao patrão, mas era o relógio, era o tempo que não passava e que não chegava logo.
Voltou eufórica para sua sala, sorria e cantava, colocou o fone de ouvido e ficou cantando.. trabalhando e cantando um inglês que mais parecia um dialeto inventado...

Estava feliz! Finalmente, depois de 5 meses longe da família, finalmente ela iria sentir tudo de novo... tudo.. inclusive, desta vez não iria conseguir ser forte, até imaginava, quando descer do ónibus, suas lágrimas correndo a face.
O jeitinho curvado e meigo da avó, o abraço que quase punha ela no chão dos 20 mil priminhos, os beijos dos tios cavalheiros, o colo das tias corujas, a voz do afilhado chamando por ela como madinha, as novidades contadas pelos irmãos, e os pais.. ha.. os pais... estes bastavam um tok, bastava que ela sentisse a pele quente, tocando ela, abraçando, beijando, acariciando, chorando... de alegria.

A FELICIDADE PODE DEMORAR

Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer
senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente,
e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração
pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança,
te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor,
apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá
ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores
importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu.
(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores
e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém
que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que
quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa
te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda
mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não
esteja apenas de passagem...

3 de abril de 2009

Saudade

Às vezes, quando eu me pego dispersa em pensamentos, noto uma dorzinha discreta, mas que fica sempre presente bem lá no fundo.

É aí que lembro.
A saudade dói.

Alguns vídeos sobre psicopatia!!!

Gente, coloquei uma postagem sobre psicopatia que eu vi uma reportagem na Veja. Agora axei alguns vídeos sobre esse assunto, falando sobre os psicopatas da tv, alguns personagens masrcantes como a Cristina (Flávia Alessandra em Alma Gêmea), o Ferraço e o Clóves (Duas Caras e O Profeta com Dalton Vight), a Flora (Patrícia Pilar, A Favorita) que na minha opinião fez o papel muuuuuito bem!!!
Vele a Pena conferir!
O primeiro é uma reportagem da Nívea Stelmann com O Stênio Garcia, para o Vídeo Show!

2 de abril de 2009

Bendito sofrimento



Benditos sejam os amores maus resolvidos, dos poetas e autores e escritores;
Bendito seja seu sofrimentos, dor, e angústia,
Bendito seja aquele dia em que ele acordou revoltado com as injustiças do mundo, com os amores que lhe rejeitavam, com as paixões não correspondidas,
Bendito sejam os chifres, as traições, e infidelidade que sofriam,
Bendito seja aquela pessoa que fingiu ser amigo dele, que fingiu gostar dele, que acabou com a vida dela
Bendito seja a vontade de amar que estes poetas tinham, porém não podiam satisfazê-la,
Bendito seja o amor, ou a falta dele, a indiferença, a não correspondência...
Bendito seja.. Bendito...
Por que se não fosse tudo isso, talvez não saíssem textos em prosa e poesias tão bons como temos hoje.