Depois de seis exaustivos meses, trabalhando em cima de um projeto, finalmente agora posso parar para contemplar o meu projeto que, no dia 17 de dezembro, ganhou nota máxima "Com louvor" na apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso.
O que para alguns empresários já com a marca construída aqui na Zebulândia não passa de um “jornalzinho”, para mim é meu grande projeto que certamente, e assim espero, será mais um desafio, nem mais fácil e nem mais difícil do que aqueles que eu já passei.
Mas, antes de começar, gostaria de pedir desculpas aos leitores do Breguetes, uma vez que, por algum tempo, ficou com cara de abandonado...
É que decidi parar com algumas coisas que estão em segundo plano para dedicar ao que vim fazer aqui na Zebulândia “formar em jornalismo”. Dei uma pausa no blog. Dei uma pausa com vida social. Dei uma pausa com o trabalho. Dei uma pausa em tudo que para mim é o de menos. E foi a partir dessas coisas que abri mão que, agora, posso dizer: Prazer, quem lhe escreve é a Jornalista Jaqueline Barbosa.
Não indiferente à outras cidades pequenas, os habitantes da Zebulândia em sua maioria ainda tem o pensamento (com o perdão da palavra) medíocre. Acreditam que jovens cheios de energia que acabam de sair da faculdade devem terminar suas vidas como empregados, no caso dos jornalistas, trancados na mesmice de uma sala de redação ou assessorando as pessoas ou os lugares de sempre.
Pior ainda é o jornalista que acredita que se submete à essa mesmice, sem procurar perspectiva de andar com as próprias pernas ou, pelo menos, crescer profissionalmente, que seja dentro da própria empresa.
Talvez, não só na Zebulândia, mas o que ocorre é que a cultura do Brasil é essa: as faculdades e universidades formam empregados. Como se houvesse uma conspiração entre instituições de graduação e empresários para que criem empregados “cada vez melhores”.
Minha experiência em“Fundamentos da Administração” ou “Administração em Jornalismo” (para quem não sabe, são duas disciplinas do curso) não foi das melhores, admito. Mas foram o mínimo que a faculdade se preocupou em fazer para aguçar em mim a característica de empreendedorismo. Ainda assim, boa parte das aulas não passaram de teorias de “como ser um bom empregado, lidar com pessoas, os tipos de chefe, etc e tal...”
Aliás, falando nisso, lidar com pessoas é outra parte que a faculdade não pode ensinar.
Sei que é uma realidade ainda bastante distante e, portanto longe de ser comparada com o Brasil. Mas vale citar: Nos Estados Unidos, as universidades formam jovens para que, após saírem dali, montem seu próprio negócio. Já no Brasil, quando um jovem quer sair da faculdade para montar o próprio negócio, é algorado pela sociedade
O meu projeto pode parecer difícil, e eu imatura, mas não é impossível! Depois de ter pelas duas principais redações daqui da Zebulândia,
Obrigada a todos pelo apoio
Não preciso de sorte, somente sabedoria que ainda não tenho o bastante, mas vou adquirindo
E não se esqueçam: "Nunca deixe que ninguém lhe diga que não pode fazer algo. Se tem um sonho deve protegê-lo. Quando alguém não pode ou não consegue fazer algo, diz que você não pode fazer também. Se quiser algo, Vá atrás." - Will Smith em A Procura da Felicidade.
Há! Dia 22 tem a segunda Edição do Abadia Notícia! (veja a 1ª edição aqui)
Há²! Aproveito o post para agradecer a sócia Stheff! Se não fosse essa menina não sei o que seria de nós (eu e o Abadia Notícia)
Prometo voltar com novos contos! (cheia de idéias)
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